O uso do rotativo do cartão nunca foi tão utilizado no Brasil. Como divulgou o Jornal O Globo, o tipo de financiamento – que tem as taxas mais elevadas no mercado- somou R$ 21,6 bilhões concedidos em outubro, maior valor da série histórica do Banco Central e 29,9% superior ao do mesmo mês de 2019. No mês de outubro, a taxa de juros do rotativo chegou a 343,55%, maior número desde 2017, valor muito acima da média de outras operações financeiras, que chegou a 23,21%.

Armadilha com altos juros

O rotativo do cartão de crédito é utilizado sempre que apenas uma parte da fatura é paga, e não a sua totalidade. O grande problema do pagamento mínimo, é a popular “dívida bola de neve”, pois os altos juros sempre se acumulam para a próxima fatura do cartão. Com isso, o equilíbrio financeiro do orçamento familiar fica comprometido e o não pagamento das faturas quase sempre implica em endividamento com juros abusivos, como já dizemos, um dos mais altos do mercado.

Estou em dívidas com o cartão. E agora?

Sempre que puder, pague a totalidade da fatura. Mas, imprevistos podem acontecer e negociar o pagamento junto à Instituição Financeira é o primeiro passo para fugir de dívidas incontroláveis. Conseguir um crédito mais barato – como o Crédito Consignado, que tem as melhores vantagens e menores taxas do mercado, é uma das soluções mais acertadas para quitar essas dívidas, tendo acesso a um crédito mais justo, com custos menos abusivos, parcelas que cabem no seu orçamento e sem endividamento excessivo.

Nesse post, já demos indicamos algumas estratégias de educação financeira para melhor controle do seu orçamento. Além disso, outra dica é evitar comprar parceladas a longo prazo e acompanhar sempre as movimentações, conferindo as faturas.

Outra dica é importante: procure limites e alternativas de cartão mais adequadas ao seu orçamento, conhecendo as taxas de juros cobradas pela instituição.